Fornecimento de leite à distribuição está a ser feito “sem rupturas”

18 março 2020

Secretário-geral da federação nacional das cooperativas produtoras de leite pede civismo aos consumidores na compra de produtos. Afluência aos hipermercados aumentou e está a gerar maiores tempos de espera.

Ao contrário dos últimos dias, a afluência de clientes aos super e hipermercados voltou hoje a aumentar, o que está a fazer subir o tempo de espera no acesso aos estabelecimentos esta terça-feira e a verificar-se uma ruptura pontual de alguns produtos, como o leite ou a carne, dependendo de cada loja.

Da parte da Associação de Empresas de Distribuição (APED) e da Fenalac - Federação Nacional das Cooperativas de Produtores de Leite, não há ruptura de produtos, mas sim um ritmo de compras anormal, a que não é possível dar resposta à mesma velocidade.

“As vacas continuam a produzir leite diariamente, as fábricas estão a trabalhar normalmente, e os fornecimentos às cadeias estão a acontecer sem rupturas”, adiantou ao PÚBLICO Fernando Cardoso, secretário-geral da Fenalac, que considera que não há qualquer necessidade para as famílias estarem a fazer stock do produto.

“A produção está a fazer um esforço enorme, não há nenhuma perspectiva de falta de produto, as condições sanitárias estão completamente asseguradas”, reforça Fernando Cardoso, que adianta pontualmente podem verificar-se falhas porque o ritmo de compras está acima do normal. Pede por isso, “para bem de todos, uma atitude cívica aos consumidores”.

Do lado da distribuição, a garantia é o mesmo. Gonçalo Lobo Xavier, director-geral da APED diz que “a logística e as equipas de reposição estão a adaptar-se a esta nova realidade de consumo inusitado, mas não há problemas na cadeia de produção”. As falhas que se estão a verificar em alguns produtos são pontuais, explicada pelo ritmo de compras ser superior ao tempo necessário para a reposição.

O grupo de trabalho criado pelo Governo para acompanhar o abastecimento de produtos alimentares já reuniu uma segunda vez, mas a avaliação feita vai no sentido de não haver necessidade de tomar medidas em relação à limitação de compras. O grupo junta entidades públicas e associações privadas do sector produtor agro-alimentar, retalho, distribuição e logística das cadeias de abastecimento.

A mensagem do Governo tem sido a de que não se justifica uma corrida aos supermercados.

FONTE: Público

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