Limiano celebra o Dia Internacional da Família

15 maio 2018

Marca quer aproximar a família, convidando as famílias portuguesas a que celebrem o dia com os que estão sempre ao seu lado!

“Hoje, dia 15 é oficialmente o Dia Internacional da Família. Quer isto dizer que tem um dia inteiro para dedicar um bom momento aos que estão sempre ao seu lado. Mãe, pai, irmãos, avós e restante família. Eles não esperam um presente grande e perfeito, esperam a sua companhia para um almoço, lanche ou, tão simplesmente, uma visita no intervalo do trabalho ou escola. Dizem que são assim os melhores momentos, perfeitamente imperfeitos.”

Partindo deste conceito, Limiano acaba de lançar a campanha #AFAMILIAPRIMEIRO. Uma iniciativa disponível nas plataformas digitais da marca, que pretende aproximar as famílias, incentivando-as a dedicarem um bom momento aos que estão sempre ao seu lado, registando e partilhando-o nas redes sociais através de uma fotografia com hashtag #AFAMILIAPRIMEIRO.

Além da comunicação nas plataformas digitais, Limiano comunicará esta iniciativa em TV, rádio e no ponto de venda com a colocação de um selo AFAMILIAPRIMEIRO nas embalagens dos seus produtos, com o intuito gerar buzz para este dia especial e incentivar à celebração de um bom momento em família.

“As famílias portuguesas estão longe de ser perfeitas, mas não há mal nisso. Pensámos em realizar um estudo com a colaboração do Prof. Eduardo Sá, para percebermos o que preocupa as famílias portuguesas de hoje em dia. Segundo o estudo, 70% das famílias portuguesas assume que passa pouco tempo em família, sendo este o principal elemento em falta paras as famílias serem mais felizes. Para 80% dos inquiridos, o trabalho é sinónimo de estabilidade financeira e para 38% de realização pessoal, mas também é visto como consumidor de tempo, fazendo com que seja difícil conciliar com a vida familiar. 67% da amostra total refere mesmo que o trabalho tira tempo para estar com a família. Sabemos que o dia a dia não é perfeito, mas queremos incentivar as famílias a viver sem culpa e a desfrutar mais dos bons momentos que passam juntos. Limiano, acredita que são as “pequenas” imperfeições que tornam as famílias mais genuínas e autênticas, tal como temos vindo a assumir nas nossas últimas campanhas. AFAMILIAPRIMEIRO surge porque sabemos que o Dia da Família ainda não é amplamente celebrado. Nesse sentido, este ano, vamos incentivar as famílias a que dediquem um momento do dia a quem mais gostam, comenta Cátia Dias, Marketing Manager da marca Limiano.

“Internamente também daremos o exemplo, vamos oferecer aos nossos colaboradores e às suas famílias, o nosso queijo. Vamos dedicar uma hora da produção de queijo Limiano, à iniciativa. Todo o queijo que for produzido durante esse período de tempo será oferecido aos nossos colaboradores. Queremos celebrar de forma genuína, este dia em família e proporcionar-lhes um bom e saboroso momento de partilha”, conclui.

Estudo revela que 94% das famílias portuguesas consideram-se imperfeitas
Prof. Eduardo Sá recorda que não é por serem imperfeitas que as famílias não são felizes!

As famílias portuguesas estão longe de ser perfeitas. Os portugueses consideram-se bons pais, mas mais de 90% assumem que não são perfeitos, sendo que algumas das causas para as suas imperfeições têm a ver com a falta de paciência, o facto de “cederem com facilidade” ou, mesmo, perderem o controlo.

Para assinalar o Dia Internacional da Família, celebrado hoje, 15 de maio, a marca Limiano, em colaboração com o Psicólogo e Professor, Eduardo Sá, apresentam o mais recente estudo sobre as Famílias Portuguesas, cujo objetivo foi compreender as principais características comportamentais e emocionais das famílias, assim como os seus desafios e necessidades do presente e do futuro.

De acordo, com o mesmo estudo, realizado pela Netsonda, o tempo surge como uma das grandes necessidades das famílias. 70% assume que passa pouco tempo em família, sendo também o principal elemento em falta para as famílias serem mais felizes. É à mesa, durante as refeições, que a maioria (90%), diz ter momentos de convívio familiar durante a semana e ao fim de semana.

Para 80% dos inquiridos, o trabalho é sinónimo de estabilidade financeira e, para 38%, de realização pessoal. Mas também é visto como “consumidor de tempo”, fazendo com que seja difícil de conciliar com a vida familiar. 67% da amostra total refere, mesmo, que o trabalho tira tempo para estar com a família.

Chegadas a casa, depois de um dia de trabalho, mais de 80% das mulheres / mães, continuam a ter um papel de cuidadoras e responsáveis pelo lar. E quando surgem os filhos, estes passam a ser os atores principais e a principal fonte de preocupação das mães. No topo das suas preocupações estão a saúde dos filhos, a sua felicidade e educação. Sobre onde empregam melhor o seu tempo, para as mães é com os seus filhos, enquanto os maridos referem que onde empregam melhor o seu tempo é com as suas mulheres.

79% das famílias, considera que é a família que lhes dá maior suporte emocional, e onde se apresentam de forma mais verdadeira e “sem filtros”. 83% chega, mesmo, a afirmar que a simples circunstância de estarem juntos é, já por si, um momento de felicidade.

Quando questionados sobre se há “espaço para serem mais felizes”, 95% afirma que sim! E “mais tempo em família” surge como o principal elemento em falta para todos.

Perante este panorama das famílias Portuguesas, o Psicólogo e Professor Eduardo Sá, deixa algumas reflexões, que podem ajudar na dinâmica familiar:

* As famílias perfeitas são inimigas das boas famílias
* Uma família constrói-se todos os dias. Com pequenos gestos. E com pequenas birras, arrufos e acessos de “mau feitio” Que, todos juntos, dão mais calor ao colo, à conversa pelos cotovelos, ao mimo e à festa que só a (nossa) família sabe como se faz.
* Uma família nunca é silenciosa. Nem quando todos estamos em silêncio e nos escutamos uns aos outros com o coração. Uma família é barulhenta e desarruma. É amiga da algazarra. Uma família viva é uma casa que acolhe e acalenta. Mas que não deixa nunca de estar em construção.
* Numa família saudável, a mãe e o pai, por vezes, atrapalham-se, contradizem-se e contrariam-se. Mas é desse contraditório - que nunca tem descanso - que se chega à sabedoria, à justiça, ao amor e à paz.

“Nós queremos, mesmo, que as famílias tenham o direito milenar a voltarem a ser iguais a si próprias: imperfeitas! E, quando estamos aconchegados nelas, queremos ter o direito a ser como somos. De “coração grande” e com “mau feitio”. E queremos o direito a rir sem motivo nenhum e a chorar, devagarinho, “por nada”; ou, unicamente, “porque sim”. E queremos ter o direito ao melindre e aos arrufos, ao desabafo e à lamúria. E o direito a dizer “Quero colo e pronto!”; e não se fala mais nisso”, conclui o Psicólogo e Professor Eduardo Sá.

Metodologia do Estudo
O estudo foi realizado pela Netsonda, a 500 indivíduos, através de um inquérito on-line, com quotas de idade, género e região de acordo com a população Portuguesa. Foram inquiridos indivíduos entre os 18 e os 55 anos de idade, residentes em Portugal a viver com a sua família. A informação foi recolhida entre os dias 26 de março e 30 de abril de 2018.

FONTE: News Cision

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