Apetite por dieta saudável reforçado com a Covid-19

22 outubro 2020

Uma nova pesquisa da IGD revela que existe uma significativa vontade de mudança para uma dieta mais saudável e sustentável, por parte dos consumidores, vontade esta que foi reforçada pela pandemia de Covid-19.

Conduzida junto de mil consumidores britânicos, a pesquisa apurou que 57% está já a mudar os seus hábitos alimentares, ou a considerar fazê-lo. A saúde é, agora, um motivador ainda maior para os consumidores melhorarem a sua dieta, com perto de dois terços (63%) a citarem-na como o fator principal para a mudança, face aos 58% de 2019. “Antes da Covid-19, enfrentámos significativos desafios de saúde e ambientais, que a pandemia veio colocar debaixo de holofotes. A Covid-19 não só salientou a nossa dependência de cadeias de abastecimento alimentar eficazes, como também reforçou que a nossa dieta está intrinsecamente ligada à nossa saúde. A evidência científica mostrou que as pessoas obesas têm 50% de mais probabilidade de morrer de Covid-19”, nota Hannah Pearse, responsável de nutrição e assuntos científicos na IGD.

Barreiras à mudança
De acordo com a pesquisa, existem três abordagem distintas à mudança de estilo de vida: aqueles que estão a mudar para ser mais saudáveis e sustentáveis, aqueles que estão a considerá-lo e aqueles que não veem qualquer razão para mudar.

Com a Covid-19, houve uma viragem significativa no valor dado à saúde pessoal, sobretudo entre os consumidores com crianças a seu cuidado: 35% dos pais valorizam a sua própria saúde como principal motivo para comer de um modo mais saudável e sustentável, o que compara com os 24% de 2019. Em contrapartida, a importância dada à saúde da família caiu dos 39% de 2019 para os 31% de 2020, o que, de acordo com a IGD, pode refletir o menor impacto da Covid-19 nas crianças comparativamente aos adultos.

Mas existem algumas barreiras à mudança, a começar pelo custo, já que 38% dos consumidores consideram que a alimentação saudável é mais dispendiosa. Outros obstáculos citados é o gosto pelos sabores proporcionados pela sua dieta atual (24%), o facto de estarem habituados à mesma (23%) e a falta de familiaridade (17%).

FONTE: Revista Grande Consumo

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