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Aplicação “salva” mil refeições de irem para o lixo

15 novembro 2019

A ‘app’ dinamarquesa Too Good To Go chegou a Portugal no final do mês passado e permite aos restaurantes, supermercados e hotéis colocarem à venda os excedentes alimentares no final do turno e/ou dia.

A aplicação móvel Too Good to Go está há apenas duas semanas em Portugal mas já “salvou” mil refeições de irem para o lixo. A app dinamarquesa, de combate ao desperdício alimentar, está a conquistar os utilizadores portugueses por permitir que restaurantes, supermercados e hotéis coloquem à venda os excedentes alimentares no final do turno e/ou dia.

A venda é possível através de um marketplace online (espaço de comércio eletrónico) e das chamadas «magic boxes» (“caixas surpresa” criadas pelos estabelecimentos) que, depois, são entregues aos consumidores.

Em Lisboa, mais de 70 estabelecimentos aderiram, entre os quais os restaurantes Cotidiano, Treestory, Tiffin Café, La Pizza di Nanna, Vegan Junkies e as pastelarias Café com Calma, Pão de Canela, Rolls Brunch & Café. No entanto, as “caixas mágicas” mais procuradas são as do Sushi at Home, Confeitaria Valbom, Koi Sushi, Tartine, Aruki Sushi, Danish Pastry Shop, Peking Peking, Copenhagen Coffee Lab, Pastelaria Carrocel e Polpetta.

“A maior parte dos utilizadores são de Lisboa, no entanto há pessoas de outras regiões que já instalaram a aplicação e que estão ansiosas por experimentar assim que fique disponível nas suas cidades e/ou distritos”, afirma Madalena Rugeroni, ‘country manager’ da Too Good To Go Portugal. “Prova que os portugueses estão cada vez mais preocupados com o tema do desperdício alimentar e em adotar um consumo consciente e sustentável”, assegura.

A Too Good To Go já está presente em 13 países europeus: Dinamarca, Noruega, Holanda, Alemanha, Reino Unido, França, Bélgica, Suíça, Espanha, Polónia, Itália, Áustria e agora Portugal. No total, conta com 31 mil estabelecimentos parceiros e mais de 17 milhões de utilizadores que salvaram até ao momento mais de 23 milhões de refeições.

FONTE: Jornal Económico