Guerra leva a corrida portuguesa às importações de Angola, Brasil, Espanha, Congo e Tobago

11 agosto 2022

Procura de alternativas à energia russa e aos cereais da Ucrânia trazem para a ribalta novos fornecedores como Congo e Trindade e Tobago, por exemplo, segundo dados do INE.

O perfil do comércio externo de Portugal (mercadorias) com o resto do mundo sofreu alterações notáveis desde que começou a guerra da Rússia contra a Ucrânia.

O país está hoje ainda mais dependente face ao exterior, o défice comercial atingiu o maior valor das séries oficiais no primeiro semestre deste ano e novos parceiros comerciais surgiram do nada na corrida a mercados substitutos do gás e do petróleo russo.

De acordo com cálculos do Dinheiro Vivo (DV) a partir da base de dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), ontem atualizada (terça-feira), o défice comercial português (diferença entre exportações de mercadorias e importações) superou os 14 mil milhões de euros no primeiro semestre de 2022 (o maior valor em cerca de três décadas), impulsionado por um crescimento muito acentuado das compras ao exterior, que avançaram quase 37% face a igual período de 2021.

Em percentagem do produto interno bruto (PIB) previsto para este ano, o défice de primeiro semestre equivale a 6,1%, o maior desde 2008, estava Portugal numa vaga de endividamento que haveria de empurrar o país para a bancarrota.

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FONTE: Dinheiro Vivo

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