Empresas portuguesas abandonam a Rússia, mas há ainda quem mantenha relações comerciais

04 abril 2022

Várias empresas portuguesas tinham relações comerciais com a Rússia, contudo, a guerra veio trocar as voltas aos negócios. Mas há ainda quem mantenha os negócios, como é o caso da Oli.

Várias empresas portuguesas tinham relações comerciais com a Rússia, contudo, a guerra na Ucrânia veio trocar as voltas aos negócios. Para algumas, a redução da dependência da Rússia já estava prevista antes do conflito, mas há ainda quem mantenha os negócios, avança o Observador (acesso condicionado).

É o caso da SGL Composites, subsidiária da alemã SGL Carbon, que produz bens e materiais de carbono, usados em setores como automóvel, solar, eólico, semicondutores e LED. “Para o fabrico destes produtos necessitamos de acrilonitrila, que compramos a vários fornecedores em todo o mundo e por vezes a origem é a Rússia, mas os nossos fornecedores não estão localizados na Rússia”, sinaliza fonte oficial da empresa que tem fábrica, em Lavradio, no Barreiro. No entanto, a empresa diz que está a trabalhar para reduzir as necessidades “de matérias-primas e energia independentes da Rússia sempre que possível”.

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FONTE: ECO Economia Online

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