Governo britânico volta a adiar controlos a bens agro-alimentares da UE

15 setembro 2021

Londres justifica adiamento da implementação de controlos fronteiriços até Janeiro e Julho de 2022 com o impacto da pandemia de covid-19 nas empresas britânicas.

O Governo do Reino Unido anunciou esta terça-feira que vai adiar a implementação dos controlos a alguns bens importados da União Europeia e justificou a decisão com a pressão exercida pela pandemia de covid-19 na cadeia global de abastecimento e nas empresas e negócios britânicos. É a segunda vez que Downing Street adia estes controlos fronteiriços.

O Reino Unido abandonou o mercado único europeu no final do ano passado, mas, ao contrário dos 27 Estados-membros, que introduziram imediatamente controlos fronteiriços, optou por uma implementação progressiva de controlos às importações de bens agro-alimentares, de forma a dar tempo às suas empresas para se adaptarem à nova realidade pós-“Brexit”.

Depois de já ter adiado por uma vez esses controlos – deveriam ter começado no dia 1 de Abril – o Governo de Boris Johnson estabeleceu os dias 1 de Janeiro e 1 de Julho de 2022 – dependendo do tipo de certificado ou de documentação exigida para determinados produtos – como novas datas.

“Queremos que as empresas se foquem na sua recuperação da pandemia, em vez de estarem a lidar com novos requisitos na fronteira. É por isso que estabelecemos um novo e pragmático calendário para a introdução total de controlos fronteiriços”, informou o ministro do “Brexit”, David Frost.

Fontes dos sectores da logística e das autoridades alfandegárias disseram à agência noticiosa que, no entanto, as infra-estruturas britânicas ainda não estão prontas para impor os controlos em causa.

Paralelamente, Londres e Bruxelas continuam em negociações por causa das suas divergências na implementação do Protocolo da Irlanda, anexo ao acordo do “Brexit”, nas trocas comerciais que envolvem o território norte-irlandês – que faz parte do Reino Unido e que tem uma fronteira terrestre com a República da Irlanda (Estado-membro da UE).

FONTE: Público

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