Consumidores, distribuidores e sustentabilidade são chaves para o Grande Consumo

21 julho 2021

A Lantern e IRI divulgaram os resultados do estudo “Pesquisa sobre Inovação no Setor do Grande Consumo” em que, pelo segundo ano consecutivo, questionaram sobre o status da inovação na indústria FMCG (Fast-moving consumer goods), especificamente na indústria de alimentos e bebidas em Espanha.

O envolvimento do consumidor, a colaboração com os distribuidores e a sustentabilidade foram consideradas como as chaves para a inovação, revelam as duas consultoras, em comunicado. “O objetivo é obter melhores perceções, reduzir o tempo de desenvolvimento e implementar um método de economia circular com uma clara prioridade para embalagens sustentáveis ​​e a reutilização de subprodutos”, informam.

“É preciso ter uma visão abrangente das tendências futuras para se antecipar à concorrência. Embora todos os fabricantes contem com os mesmos relatórios, é fundamental que desenvolvam as suas próprias visões para estabelecer uma estratégia de inovação diferenciadora”, destacou Jaime Martin, CEO da Lantern.

Pandemia e efeito na inovação
A situação resultante do impacto da Covid no setor de FMCG na indústria de alimentos e bebidas melhorou durante 2021. 59% dos fabricantes consideram que as suas vendas este ano não foram impactadas ou foram impactadas positivamente, contra 53% em 2020. No caso dos distribuidores gerais, o impacto nos seus negócios foi mais positivo do que no ano anterior. Neste ano, nenhum retalhista considera que as suas vendas tenham sido impactadas negativamente, ao contrário de 2020, quando esse valor era de 35%.

“Podemos ver uma recuperação e novos objetivos de crescimento, em comparação com as prioridades do ano passado, quando os trabalhos foram focados em consertar o abastecimento e aumentar a segurança e higiene em todos os pontos de venda”, indicou Cristina García, Diretora de Marketing do IRI.

Nesse contexto, a inovação tornou-se uma prioridade. 52% dos fabricantes ​​afirmam ter aumentado os seus esforços de inovação, contra 14,3% que afirmam não ter os recursos necessários. Além disso, 64,3% afirmam que a inovação é uma prioridade absoluta para a gestão da sua empresa.

Os esforços de inovação estão concentrados em:

* Promoção de marcas e produtos existentes (70%);
* Novos produtos (64%);
* Novos canais de vendas (46%);
* Novos mercados geográficos (38%);
* Um terço dos negócios está a considerar projetos fora de seu core business;
* 21% estão a trabalhar com o ecossistema das startups.

Em relação à tomada de decisão, 79% dos participantes neste estudo afirmam apoiar as suas decisões em pesquisas de mercado quantitativas. Um número ligeiramente inferior, 75%, afirmam usar as investigações qualitativas. Em 2020, estes valores eram 55% e 53%, respetivamente. A pesquisa também destaca os 2% que estão a usar a inteligência artificial para sustentar as suas estratégias.

FONTE: Revista Distribuição Hoje

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