Compra online de alimentos mantém tendência em alta

03 dezembro 2020

A pandemia de Covid-19 acelerou a transição para as compras online e a sua adoção, a longo prazo, em certas categorias de produtos e mercados, segundo a quinta edição do “EY Future Consumer Index”. Estudo que revela, ainda, que, embora a penetração das compras online de alimentos continua a ser menor, na maioria dos mercados, a sua tendência em alta se deverá manter após a pandemia.

Durante a crise da Covid-19, 55% dos consumidores inquiridos comprou alimentos através da Internet pelo menos uma vez. Destes, 42% indica que está a fazer online as suas compras alimentares com maior frequência, devido à pandemia. Futuramente, 19% indica que comprará principalmente online alimentos frescos e 16% bebidas alcoólicas, valores que comparam com os 3,4% e 1,6, respetivamente, de 2019.

De um modo geral, os inquiridos identificaram os eletrodomésticos e a tecnologia (53%) como uma categoria de produtos que comprarão principalmente via Internet, enquanto que, no caso dos alimentos e bebidas, a preferência é pela loja física. “Isto indica um risco de showrooming, em que os consumidores vão às lojas para tocar e sentir o produto pela experiência, mas fazem as compras online, onde os produtos podem ser mais baratos. Os retalhistas e as empresas de produtos de consumo deverão assegurar-se de ter uma experiência omnicanal fluida e o stock e preços necessários para fazer a venda”, afirma Andrew Cosgrove, especialista mundial em conhecimento do consumidor da EY.

Efeitos da pandemia
O estudo mostra ainda que, para mais de um terço dos inquiridos (37%), a pandemia continuará a afetar as suas vidas durante, pelo menos, mais um ano. Este valor eleva-se para 43% na Europa e para 66% no Japão. Os consumidores da Índia (19%) e da China (18%) são notoriamente mais otimistas.

A nível mundial, os consumidores acreditam que a forma como compram mudará a longo prazo e 39% diz que comprará mais online as compras que, anteriormente, adquiriam nas lojas físicas. Os chineses e, em menor medida, os britânicos têm muitas mais probabilidades de ter no e-commerce o seu principal canal.

Redução dos gastos
Como resultado da pandemia, 40% dos inquiridos viu reduzir as suas receitas e a maioria (60%) está agira a pensar mais no modo como o seu dinheiro é gasto, além disso, 41% reduziu os gastos em produtos não essenciais e 46% está a adiar a compra ou substituição dos produtos mais caros.

FONTE: Revista Grande Consumo

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