CIP, APED e APCC não querem mais medidas penalizadoras

24 novembro 2020

Tendo em conta a reunião do Infarmed da passada semana, a CIP (Confederação Empresarial de Portugal), APED (Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição) e a APCC (Associação Portuguesa de Centros Comerciais), chamam, mais uma vez, a atenção do Governo para “a segurança das lojas e espaços comerciais, realidade validada pelas referências científicas dadas a conhecer na referida reunião com especialistas em saúde pública”.

Estas três entidades fazem referência ao estudo desenvolvido por equipas do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto e da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, em colaboração com o Instituto Ricardo Jorge e a ARS Lisboa e Vale do Tejo, que deixou claro que “frequência de restaurantes, lojas e centros comerciais não parece estar associada a uma maior probabilidade de contrair o novo coronavírus”. De resto, o estudo conclui mesmo que “estar exposto a centros comerciais e a restauração é mais frequente entre aqueles que não desenvolveram a infeção”.

Há muito que a APED e a APCC vêm dizendo que as lojas e os espaços comerciais “são locais seguros onde os consumidores têm confiança”.

“Hoje, o cidadão sabe que pode frequentar as lojas do retalho alimentar e do retalho especializado em segurança. Os consumidores vão fazer as suas compras e abastecer as suas casas com máscara, respeitando as regras de segurança e distanciamento, beneficiando da higienização dos espaços e da monotorização por parte dos lojistas quanto ao cumprimento das regras”, referem estas entidades no comunicado.

Por isso, a CIP e as suas associadas apelam, mais uma vez, ao Governo para alterar o rácio do número de pessoas em loja para 10 pessoas por 100 metros quadrados, à semelhança do que é praticado, por exemplo, em Espanha ou na Alemanha. “Portugal tem, neste momento, o rácio de pessoas em loja mais baixo da Europa”, indica CIP, APED e APCC, concluindo que “esta alteração permitiria um maior tráfego em loja, com a mesma segurança e com maior possibilidade de terminar com as filas à porta das lojas, assegurando uma maior sustentabilidade às empresas e aos negócios”.

Em causa está, segundo CIP, APED e APCC, o equilíbrio entre a proteção da saúde pública e a manutenção da economia, bem como a manutenção dos níveis de emprego e sustentabilidade que têm assegurado.

As três instituições apelam ainda ao Governo para que, em face do que este setor já sofreu e tendo em consideração as referências supracitadas, “não se acrescentem mais medidas que penalizem o retalho, o emprego e as fileiras que este sustenta”.

FONTE: Revista Distribuição Hoje

Associadas

Parcerias

Objectivos

‘‘Os objectivos da ANIL centram-se na defesa dos interesses e representação do sector, no acompanhamento das matérias legislativas, normativas, ambientais, económicas e técnicas que contribuam para o desenvolvimento da indústria láctea em Portugal...

Calendário

Seg. Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Próximos Eventos

Não existem eventos programados!

Redes Sociais

Top
ATENÇÃO: Este site apenas usa os cookies para lhe facilitar a navegação enquanto utilizador.