Grupos do retalho e da distribuição juntam-se à Too Good To Go

20 outubro 2020

A Too Good To Go tem-se revelado uma alternativa útil para estabelecimentos e empresas que têm excedente alimentar e que o pretendem prevenir, canalizando-o para soluções que permitam evitar ou reduzir o desperdício ao máximo. A marca com selo B Corp conta agora, também, com o apoio e parceria de grandes grupos do retalho e distribuição.

Marcas como a Danone, Decathlon e Nestlé Chocolates juntam-se aos mais de 1.700 parceiros da aplicação. Um leque de marcas e grupos de áreas e dimensões diversificadas, como a Auchan, Intermarché, Meu Super, Aloma, Bananacafé, Padaria da Esquina, Las Ficheras, Copenhagen Coffee Lab, Cookies Bakery, Chickinho, Trigo D’Aldeia, O Moço dos Croissants, entre muitos outras, que já aderiram ao movimento global de luta contra o desperdício alimentar da Too Good To Go.

Parcerias
Danone, Decathlon e Nestlé Chocolates disponibilizam, assim, na aplicação, uma seleção dos seus produtos a uma comunidade de mais de 350 mil utilizadores.

A Decathlon Portugal assume o compromisso com a Too Good To Go em 32 das suas lojas, sendo que a intenção é também expandir às ilhas. As Magic Boxes serão uma seleção de excedente de nutrição desportiva e o horário de recolha é bastante alargado, pode ser consultado na aplicação. Varia consoante as lojas e respetivos horários de expediente.

Os utilizadores da aplicação já salvaram, até à data, mais de 200 Magic Boxes nas lojas Decathlon. Leandro Sá, líder de sustentabilidade Decathlon Portugal, refere que “a parceria com a Too Good To Go tem sido um sucesso junto das nossas equipas e clientes, temos recebido inúmeros feedbacks positivos. E as lojas dos Açores e Madeira aguardam ansiosamente pela acivação nas ilhas”.

Já a Danone abraça este desafio da Too Good To Go com pontos de recolha em Lisboa e Porto. A norte, no Porto Charme Hotel, os utilizadores podem reservar e recolher Magic Boxes de iogurtes, das 16h30 às 19h30. Em Lisboa, junto ao Marquês do Pombal, podem fazê-lo na Frezco, numa loja com horários bastante alargados. As Magic Boxes da Danone são as primeiras de iogurtes e leites fermentados a estarem disponíveis na Too Good To Go. Desde o início desta parceria, os utilizadores já ajudaram a salvar mais de mil Magic Boxes da Danone.

Por sua vez, a Nestlé Chocolates junta-se com pontos de recolha disponíveis em Lisboa e Porto. No local do Porto, o local é o mesmo da Danone, o Porto Charme Hotel, sítio onde os utilizadores da aplicação podem salvar Magic Boxes de chocolates, também num horário alargado das 16h30 às 19h30. Em Lisboa, a recolha pode ser feita perto do Marquês de Pombal e em Alvalade, ambas as lojas também com horários bastante alargados. Os utilizadores da aplicação já salvaram, à data, mais de 150 Magic Boxes em Lisboa e mais de 450 no Porto.

Desperdício alimentar
Sendo o desperdício alimentar e as suas consequências ambientais, um problema verdadeiramente transversal, independentemente do tipo de cozinha, estabelecimento, empresa ou tipo de negócio, a necessidade de o reduzir em todas as frentes é uma das principais motivações da Too Good To Go. A marca assume um movimento que pretende lutar contra o desperdício alimentar, trabalhando com base em quatro pilares – famílias, empresas, escolas e regulação política – e que se materializa, enquanto solução, na aplicação contra o desperdício alimentar, que tem vindo a ganhar expressão e peso no mercado português, à semelhança do que acontece nos 15 países em que a marca está presente).

Segundo Madalena Rugeroni, Country Manager da Too Good To Go Portugal, “estas parcerias mostram a verdadeira transversalidade não apenas do problema do desperdício alimentar, mas também da solução que a nossa empresa disponibiliza”.
Com estas parcerias a Too Good To Go pretende também criar oportunidades para abrir canais de discussão fomentando uma consciência generalizada para a importância deste problema, com consequências, também, ambientais, e da sua prevenção nos diversos momentos da cadeia alimentar, desde a produção ao consumo final.

A redução do desperdício alimentar pode representar um aumento da eficiência e contribuir para uma redução significativa da pegada ambiental de qualquer operação. Para as marcas aderentes, esta é uma oportunidade, não só de escoar produto excedente em perfeitas condições de consumo a preços mais acessíveis, evitando assim o desperdício alimentar, como também de assumir um compromisso assente em valores e preocupações de sustentabilidade e consumo consciente. “Reduzir o desperdício alimentar é uma das coisas mais importantes que podemos fazer para reverter o aquecimento global”, defende Chad Frischmann, reconhecido ambientalista.

Too Good To Go
A Too Good To Go surgiu em Portugal em finais de outubro de 2019 e conta, à data, com uma comunidade de mais de 350 mil utilizadores e mais 1.700 parceiros, desde restauração até grandes grupos da indústria alimentar. Juntos já salvaram mais de 180 mil refeições do desperdício, o que equivale a mais de 446 mil quilogramas CO2 que não foram libertados para a atmosfera, caso essas refeições fossem desperdiçadas, o equivalente a 1.169 voos de Lisboa-Londres.

Em linha com este desempenho nacional estão os números globais da Too Good To Go que, num universo de 15 países, já conta com uma comunidade de 26 milhões de utilizadores e mais de 71 mil estabelecimentos, que, juntos, já salvaram cerca de 47 milhões de refeições o que equivale a mais de 118 mil toneladas de CO2.

Segundo a FAO, um terço de toda a produção alimentar humana é desperdício. Na Europa, cerca de 88 milhões de toneladas de alimentos são desaproveitados anualmente, com um custo associado de 143 biliões de euros. Em Portugal, um milhão de toneladas de alimentos são deitados para o lixo, o que levou à publicação de um conjunto de medidas no âmbito da Comissão Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar.

O desperdício alimentar é responsável por uma emissão de gases de efeito de estufa equivalente à emitida pela rede global de transportes terrestres. Ainda segundo a FAO, se o desperdício alimentar mundial fosse um país, seria o terceiro maior emissor destes gases, logo a seguir à China e aos Estados Unidos, contribuindo para o aquecimento global.

Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, para 2030, é reduzir para metade o desperdício de alimentos per capita a nível do retalho e do consumidor e reduzir as perdas de alimentos ao longo das cadeias de produção e de abastecimento.

FONTE: Revista Grande Consumo

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