Internacionalização das patentes “made in Portugal” está a crescer

08 setembro 2020

Segundo o “Barómetro Inventa 2020”, UMinho e UPorto são as instituições portuguesas com mais pedidos de patentes no mundo. Novadelta, do grupo Nabeiro vem a seguir e é a primeira empresa da lista. Na China, apresentou 18 solicitações de proteção da propriedade industrial no ano passado.

A Novadelta é a empresa portuguesa com mais pedidos de patentes no mundo, partilhando o podium do TOP 20 com as Universidades do Minho e do Porto.

O ranking elaborado pela consultora Inventa International é liderado pela UMinho, com 44 pedidos de “famílias de patentes” em 2019, seguindo-se a Universidade do Porto (32) e a Novadelta (28). As “famílias de patente” definem-se pelo número de documentos que compartilham o mesmo documento de prioridade, estando diretamente relacionadas com o número de invenções para as quais se pretende a proteção por patente.

O “Barómetro Inventa – Patentes Made in Portugal 2020”, que agrega os registos que deram entrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), no Instituto Europeu de Patentes (EPO), na Organização Mundial da Propriedade Intelectual, no Instituto Norte-Americano de Marcas e Patentes e no Instituto Chinês de Patentes e mostram que a internacionalização das patentes “made in Portugal” está a crescer. “Os requerentes portugueses têm, cada vez mais, vindo a procurar proteção por patentes para as suas invenções no Instituto Norte-Americano de Patentes e Marcas e no Instituto Europeu de Patentes”, diz o documento.

O top 20 do “O Barómetro Inventa – Patentes Made in Portugal 2020” inclui 11 instituições de ensino superior, com destaque para a Universidade de Lisboa, Universidade de Aveiro e Universidade de Coimbra. Na lista figuram também a Universidade da Beira Interior, a Universidade Nova de Lisboa, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Universidade Católica Portuguesa e a Universidade de Évora.

O Politécnico de Leiria destaca-se com um total de 16 pedidos apresentados junto do INPI, OMPI, EPO e Estados Unidos, sendo o único estabelecimento de ensino superior politécnico na lista das instituições portuguesas que mais pedidos de patentes apresentaram no mundo.

Saronikos Trading & Services, com 25 pedidos de patentes apresentadas junto dos cinco principais institutos, é depois da Novadelta, a empresa que mais pedidos apresentou junto dos organismos internacionais. Seguem-se o INESC TEC, onde nasceu a “app” StayAway Covid, a empresa industrial Bosch e a biotecnológica Biosurfit. A lista fica completa com a A4TEC, o International Iberian Nanotechnology Laboratory, a farmacêutica Bial e o Grupo Tecnimede.

“O Barómetro Inventa” refere ainda que, no ano passado, o Instituto Europeu de Patentes registou 272 pedidos portugueses de patente (mais 23% face a 2018), sendo 46% oriundos da região Norte.

FONTE: Jornal Económico

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