Negócio online passou a dominar o offline

03 setembro 2020

A pandemia Covid-19 e o Estado de Emerge^ncia em Portugal vieram alterar modelos de nego´cio do lado das empresas e padro~es de consumo do lado das fami´lias em Portugal.

A pressmedia decidiu apurar o impacto desta crise em Portugal, nomeadamente nas plataformas de comércio online ligadas a três grandes categorias: Marketplace e comparac¸a~o de prec¸os com o Kuanto Kusta, Contratac¸a~o de Profissionais Liberais com a Fixando e a Venda de Gadgets e Indispensa´veis com o Insania.

Durante o confinamento, as tre^s plataformas viram as suas vendas disparar de forma abrupta e conclui´ram que a predisposic¸a~o para compras online veio para ficar.

Consultados os três players percebe-se o nascimento de um novo paradigma de gesta~o dos nego´cios online em Portugal, onde claramente o nego´cio online passou a ditar as regras e ta´ticas do nego´cio do retalho, ou seja, a montra maior e´ hoje online, deixando a montra fi´sica a depender do comportamento da montra digital.

Negócio online
Numa fase inicial, parecia apenas uma subida passageira, devido a` elevada procura de bens de primeira necessidade, como ma´scaras, a´lcool-gel e luvas, que lideravam o topo das pesquisas, mas logo se revelou como um catalisador para a expansa~o do mercado online. Com o tempo, os produtos de higiene foram ultrapassados pelas pelas categorias de desporto, bem-estar, entretenimento, e trabalho remoto.

Observou-se tambe´m uma enorme diversidade nas faixas eta´rias a que cada uma se dirigia. A pouco e pouco, as tre^s plataformas foram alcanc¸ando todas as gerac¸o~es, mas destaca-se a estreia em forc¸a dos muito adolescentes e dos se´niores, embora a faixa entre os 25 e 40 anos nunca tenha perdido a lideranc¸a na forc¸a de compra.

A Fixando assume mesmo que serviu de ta´bua de salvac¸a~o para muitos profissionais liberais que ficaram sem atividade logo apo´s o ini´cio do confinamento, recorrendo a` plataforma para sobreviverem.

FONTE: Revista Grande Consumo

 

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