Sonae regista perdas de 75 milhões de euros

27 agosto 2020

Em contrapartida, a empresa viu a sua dívida reduzir em termos homólogo 498 milhões de euros, sendo agora de 1.2 milhões. Por sua vez, o volume de negócios verificou um aumento de 6% para os 3.136 milhões de euros.

A Sonae apresentou uma perda de 75 milhões de euros no primeiro semestre de 2020. Em comunicado divulgado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) esta quarta-feira, 26 de agosto, a empresa justifica este resultado com as contingências contabilísticas (non cash) de 76 milhões de euros verificados no primeiro trimestre e pela redução da avaliação do portefólio da Sonae Sierra no segundo trimestre, com ambas as situações a estarem relacionadas com a Covid-19.

Em contrapartida, a empresa viu a sua dívida reduzir em termos homólogo 498 milhões de euros, sendo agora de 1.2 milhões. Nos primeiros seis meses do ano a Sonae realizou um investimento de 113 milhões de euros, dos quais 89 milhões foram realizados pela Sonae MC.

Por sua vez, o volume de negócios verificou um aumento de 6% para os 3.136 milhões de euros, sendo o crescimento no segundo trimestre de 5% para 1.584 milhões. Este crescimento das vendas foi impulsionado pela rapidez na “implementação de fortes medidas operacionais e pelo desempenho sem precedentes das vendas online, permitindo ganhos de quota de mercado na maior parte dos negócios, sendo de destacar o forte contributo da Sonae MC”, indica o documento.

No retalho alimentar a Sonae MC verificou um crescimento de 11,5% nas vendas online através do Continente, com o volume de negócios a subir 9% em termos homólogos para 1.237 milhões de euros.

No retalho eletrónico, a Worten foi quem mais contribuiu para as vendas online, verificando um volume de negócios com um aumento de 6% em termos homólogos, atingindo os 482 milhões de euros no semestre em análise.

Em sentido inverso, os centros comerciais a cargo da Sonae Sierra, apresentaram perdas de 56 milhões de euros dividido entre menos três milhões de resultados diretos e menos 53 milhões de resultados indiretos, este último relacionado principalmente com as “reavaliações de ativos durante o trimestre, uma vez que o valor dos ativos sofreu com o aumento das yields e com os impactos operacionais relacionados com a pandemia”, refere o comunicado.

FONTE: Jornal Económico

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