50% das empresas nacionais prevê impacto negativo até 2021

14 agosto 2020

As organizações estão a enfrentar os desafios com maior flexibilização do regime de teletrabalho, faseando o regresso e comunicando de forma mais sistemática. Os trabalhadores estão a ser ouvidos com maior frequência, por inquéritos, revela um estudo da Willis Towers Watson.

A pandemia de Covid-19 teve continua a ter consequências negativas no seio das empresas portuguesas, de acordo com um estudo da consultora Willis Towers Watson, mais de metade antecipa dificuldades nos negócios nos próximos seis meses, até ao final de 2020. As empresas portuguesas procuram mais estabilidade com os colaboradores, flexibilizando o teletrabalho.

49% das empresas preveem que os efeitos negativos continuem em 2021. As empresas estão a enfrentar os desafios com maior flexibilização do regime de teletrabalho, faseando o regresso e comunicando de forma mais sistemática. Adicionalmente, os colaboradores estão a ser ouvidos com maior frequência, através de inquéritos internos, que contribuam para a definição de soluções que deem resposta aos seus receios e necessidades.

Miguel Albuquerque, diretor de Health & Benefits na Willis Towers Watson Portugal, refere que “a pandemia está a ter um impacto muito expressivo no mundo empresarial. Nas áreas dos recursos humanos aquilo que eram simples tendências passaram a ser uma evidência, obrigando as empresas a adaptarem-se a novas realidades e desafios”.

Albuquerque acrescenta ainda que “as mudanças rápidas sobrecarregam os líderes que têm de tomar decisões críticas em ambiente de grande incerteza e os colaboradores que têm de se adaptar a formas totalmente diferentes de trabalhar, sujeitos a equilíbrios muito ténues entre as suas vidas profissionais e pessoais.”

Os resultados do estudo ‘2020 Covid-19 Benefits’ referentes às empresas portuguesas refletem planeamentos e ajustamentos significativos nos benefícios concedidos aos seus colaboradores.

O estudo, que contou com a participação de mais de 300 empresas multinacionais, 46 delas portuguesas, mostra que 57% das organizações portuguesas adaptou ou planeia adaptar os seus programas de benefícios para colaboradores, como consequência da crise gerada pela Covid-19.

Portugal está no terceiro lugar dos países europeus, com Espanha e Itália à cabeça (ambas com 64%), seguindo-se a Dinamarca (39%), Alemanha (36%), Suíça (33%) e Noruega (10%). O estudo mostra, sem deixar margem para dúvidas, que uma das prioridades mais importantes para as empresas portuguesas é melhorar, a curto prazo, os programas de bem-estar e os benefícios para os seus recursos humanos.

Entre as prioridades das empresas destacam-se a comunicação dos benefícios existentes aos colaboradores, assim como a melhoria do acesso a serviços de saúde mental e gestão de stress. Ao nível do seguro de saúde, existe já uma clara promoção de soluções virtuais, como as da telemedicina, com o intuito de facilitar o acesso aos cuidados médicos dentro desta nova realidade”.

FONTE: Jornal Economico

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