Portugal movimentou milhões em fusões e aquisições de empresas

06 fevereiro 2020

Desse valor, que representa um disparo de 273% em relação ao primeiro mês de 2018, 13 milhões foram investimentos de fundos de capital de risco.

O valor movimentado em Portugal nos negócios de fusões e aquisições de empresas disparou 273% em janeiro, quando comparado com o mesmo mês de 2019. Só num mês as transações que tiveram os montantes divulgados totalizaram 2,6 mil milhões de euros, de acordo com os dados divulgados esta quinta-feira pelo diretório internacional Transactional Track Record (TTR).

Desses mais de 2 mil milhões de euros, 800 milhões de euros estão ligados a investimentos realizados por fundos de private equity e 13 milhões de euros a de fundos de capital de risco (venture capital).

A compra da OMTEL pela espanhola Cellnex Telecom, por 800 milhões de euros, foi a transação que se destacou em janeiro. O negócio em causa contou com a assessoria jurídica e financeira da Vieira de Almeida (VdA), SRS Advogados, Gómez-Acebo & Pombo, Uría Menéndez – Proença de Carvalho e Linklaters, PwC, Santander Corporate Investment Banking e Lazard.

“No âmbito das operações cross-border inbound [de investidores estrangeiros e investimentos externos das empresas portuguesas], em que empresas estrangeiras investiram em companhias baseadas em Portugal, as empresas espanholas foram as protagonistas em 2019, porém o 2020 começou com as empresas francesas liderando, com duas transações tendo como targets as empresas Coverflex e a Frulact”, pode ler-se no documento enviado esta manhã.

Ainda assim, o mercado transacional português desiludiu em número de operações, ao registar 17 negócios (menos 35% em termos homólogos). Segundo o mesmo relatório, em termos de setores o imobiliário foi o mais ativo, com quatro operações de M&A (Mergers & Acquisitions).

O TTR esclarece ainda que continua a atualizar os números de 2019, porque alguns negócios se encontravam sob cláusulas de confidencialidade. Neste momento, contabilizam-se 449 deals anunciados no ano passado, mais 21% em relação à 2018.

FONTE: Jornal Económico

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