9 em cada 10 mulheres são as responsáveis pelas compras

28 novembro 2019

Nove em cada 10 mulheres em todo o mundo têm a responsabilidade exclusiva ou partilhada das compras, de acordo com um estudo apresentado no LEAD Network Event, evento em torno da liderança e diversidade no sector do grande consumo, realizado em Madrid.

Os dados são da Nielsen e apontam que as mulheres têm um segundo, e em alguns casos um terceiro, trabalho relacionado com as tarefas do lar, a preparação das refeições e as comoras do dia-a-dia, pelo que o mercado do grande consumo deve entender as suas necessidades de conveniência e ajudar a reduzir a quantidade de tarefas que lhes são incutidas.

Duas em cada três mulheres asseguram ter uma vida mais ocupada que há dois anos. Na hora de decidir em que loja comprar, seis em cada 10 afirmam que a localização mais próxima é o fator principal, ao que se junta a boa organização do ponto de venda, de modo a agilizar a compra.

A conveniência também é valorizada na compra online, juntamente com a segurança.

Mais de metade das mulheres valorizam as entregas gratuitas e estão interessadas em receber notificações quando o produto solicitado está fora de stock.

Um dos traços comuns da mulher como consumidora é que sente maior pressão financeira. Assim o asseguram 54% das mulheres, mais 10 pontos que os homens. Esta pressão traduz-se em apenas dispor de recursos para o básico do lar e da comida.

Do mesmo modo que não estão dispostas a comprometer a economia doméstica, as mulheres não comprometem a saúde. De facto, a mulher é mais propensa a examinar os produtos nos lineares e a certificar-se de como são produzidos os alimentos e a sua origem. 72% considera que a dieta é fundamental na prevenção de problemas de saúde, enquanto duas em cada três afirmam que os superalimentos podem ajudar a tratar ou evitar o aparecimento de doenças.

Estes cuidados também se dirigem ao meio ambiente, uma vez que três em cada quatro mulheres estão dispostas a mudar os seus hábitos de compra para produtos que permitam reduzir o impacto ambiental.

O estudo indica ainda que, em 2028, 75% do dinheiro líquido que resta após os gastos básicos estará nas mãos das mulheres e serão elas que permitirão que uma marca entre nos seus lares.

FONTE: Revista Grande Consumo

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