Portugal regista quebra de 2,4% no comércio de retalho

06 novembro 2019

Comparação é feita com o mês de agosto, segundo os dados do gabinete de estatística europeu, Eurostat, divulgado esta quarta-feira. Em termos da zona euro registou-se uma ligeira subida de 0,1%.

Em setembro de 2019, Portugal verificou uma queda de 2,4% no volume do comércio de retalho em comparação com agosto de 2019, de acordo com os dados do gabinete de estatística europeu, Eurostat, divulgados esta quarta-feira, 6 de novembro.

Já na zona euro o aumento foi de 0,1% e de 0,2% na União Europeia (UE). Em agosto de 2019, os valores tinham ficado nos 0,6% e 0,3%, respetivamente. Em setembro de 2019, comparado a setembro de 2018, o índice de vendas a retalho ajustado ao calendário aumentou 3,1% na zona euro e 3,2% na UE.

Comparação mensal do setor por Estado-Membro
Na zona euro em setembro de 2019, o volume do comércio de retalho aumentou 0,4% para os combustíveis de automóveis e 0,1% para os produtos não alimentares, enquanto os alimentos, bebidas e tabaco caíram 0,4%. Na UE, verificou-se um aumento de 0,3% para os combustíveis e 0,1% para os produtos não alimentares, enquanto alimentos, bebidas e tabaco caíram 0,1%.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis, registaram-se os maiores aumentos no volume total do comércio a retalho na Croácia (+2,6%), Irlanda (+2,4%) e Roménia (+0,7%). As maiores quedas foram observadas em Portugal (-2,4%), Letónia (-1,0%) e Eslovénia (-0,7%).

Comparação anual por Estado-membro
Na zona euro em setembro de 2019, em comparação com setembro de 2018, o volume do comércio de retalho aumentou 4,6% para os produtos não alimentares, 1,6% para os combustíveis automóveis e 1,3% para alimentos, bebidas e tabaco. Na UE, o volume aumentou 4,6%, 2,0% e 1,7%, para as respetivas categorias.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis, registaram-se os maiores aumentos anuais no volume total do comércio a retalho na Roménia (+7,0%), Hungria (+5,8%) e Irlanda (+5,2%). Observaram-se as reduções mais significativas na Eslováquia (-2,7%) e Letónia (-0,4%).

FONTE: Jornal Económico

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