Campanha ajuda consumidores nas suas compras online

06 setembro 2019

Além de conselhos e esclarecimentos, esta campanha permite que o consumidor europeu consulte casos ocorridos com outros consumidores, partilhando experiências sobre os seus conflitos e o modo como os resolveram, os mecanismos a que recorreram.

As compras online são cada vez mais utilizadas, quer pela sua facilidade, quer pela variedade de escolha, mas algumas lojas digitais não respeitam a lei. É preciso estar atento e denunciar sempre que enfrentar situações enganosas ou de fraude.

A campanha #yourEUright tem como objetivo divulgar e ajudar os consumidores a conhecer os seus direitos digitais. Os conteúdos desta ação referem-se a muitas áreas do mundo digital e esclarecem sobre, por exemplo, situações de conflito com o banco, com a reparação ou substituição de equipamentos, viagens, compras e até publicidade enganosa.

Além de conselhos e esclarecimentos, esta campanha permite que o consumidor europeu consulte casos ocorridos com outros consumidores, partilhando experiências sobre os seus conflitos e o modo como os resolveram, os mecanismos a que recorreram. Ou seja, na plataforma desta campanha podemos aprender com os “erros” dos outros.

Nas compras em linha o pagamento é um dos pontos mais sensíveis, em que os consumidores revelem menos confiança. As trocas e devoluções ou o incumprimento na entrega do produto são outras barreiras ao bom cumprimento do comércio eletrónico.

Saiba que é possível devolver o produto comprado no prazo de 14 dias seguidos, a contar do momento da entrega em sua casa, sem precisar de apresentar qualquer justificação e sem acarretar custos.

Caso a loja não esclareça o tempo para desistir da compra, o prazo pode estender-se até 12 meses. Os produtos comprados online têm, tal como os adquiridos nas lojas físicas, direito a dois anos de garantia.

E quanto à publicidade enganos? As vendas à distância por vezes publicitam produtos induzem o consumidor em erro, apresentando características bem diversas das reais. Assim, antes de tomar qualquer decisão de compra, informe-se objetivamente para não cair na tentação e passar por uma situação de conflito de consumo.

FONTE: Jornal Económico

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