Exportações aceleram o máximo num ano

11 julho 2019

As exportações de bens em Portugal aumentaram 8,7% em maio, o que representa uma aceleração do ritmo de crescimento verificado no mês anterior (subiram 3,1% em abril). O mesmo aconteceu com as importações, que cresceram 14,7% em maio depois de terem aumentado 11,4% em abril, anunciou o Instituto Nacional de Estatística.

O aumento homólogo das exportações totais em maio (8,7%), é o mais forte desde julho do ano passado (14,1%). Contra abril deste ano a variação foi de 12,7%. No que diz respeito às importações, o aumento foi o mais forte desde junho do ano passado.

Com as importações a crescerem a um ritmo bem superior ao das exportações, o défice da balança comercial de bens atingiu 1.631 milhões de euros em maio de 2019, o que correspondente a um aumento de 480 milhões de euros face ao mesmo mês do ano passado.

Desta forma, mantém-se a tendência de agravamento da balança comercial portuguesa, que poderá atirar o saldo externo no conjunto do ano para valores negativos.

Excluindo os combustíveis e lubrificantes, bens que têm um forte peso na balança comercial de Portugal, o desequilíbrio entre vendas e compras ao exterior é menos amplo. As exportações aumentaram 9,9% e as importações subiram 11,8%, pelo que o défice comercial aumentou 206 milhões de euros.

No trimestre terminado em maio de 2019, as exportações e as importações aumentaram, respetivamente, 5,6% e 12,3%, face ao trimestre terminado em maio de 2018, o que também representa uma aceleração face ao período homólogo (+4,5% e +11,2%).

As compras e vendas de aviões foram determinantes para a evolução do comércio internacional em maio. No relatório publicado esta quarta-feira, o INE destaca o "aumento de 21,9% das exportações de material de transporte, principalmente devido à exportação de outro material de transporte (maioritariamente aviões)". Do lado das compras ao exterior, o INE também dá relevo aos aviões. "Destaca-se o aumento das importações de material de transporte (+27,4%), em resultado principalmente da aquisição de Outro material de transporte (sobretudo aviões), e de Combustíveis e lubrificantes (+43,2%)".

FONTE: Jornal de Negócios

 

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