Portugueses atacam os saldos e gastam em média 179 euros

08 janeiro 2019

Até fevereiro decorre a época de saldos e cerca de 28% dos portugueses inquiridos pelo Observador Cetelem pretendem aderir, fazendo algumas compras para si ou comprar presentes de Natal tardios e a preços mais económicos. Em média contam gastar 179 euros.

Os tradicionais saldos de inverno têm início logo após o Natal e decorrem até fevereiro. Esta é a altura ideal para fazer compras e aproveitar os descontos que chegam até aos 50%.

Segundo os dados recolhidos pelo Observador Cetelem, cerca de 28% dos portugueses inquiridos pretendem aderir, fazendo algumas compras para si ou comprar presentes de Natal tardios e a preços mais económicos. Em média contam gastar 179 euros.

Cerca de 25% tenciona fazer compras pessoais, enquanto que apenas 3% revela querer aproveitar a época para comprar presentes de Natal tardios, um crescimento de 3 pontos percentuais face a igual período do ano passado.

Importa relembrar que estes valores têm vindo a crescer de forma sustentada nos últimos anos, se em 2014, este número não ultrapassou os 19%, em 2015 chegou aos 20% e em 2016 atingiu os 23%.

Relativamente às zonas geográficas onde estes saldos serão mais aproveitados, a Área Metropolitana de Lisboa rouba 36% do protagonismos, enquanto que o Porto fica 19%. Nas regiões Centro e Sul, 29% dos inquiridos tencionam aderir aos saldos.

Na época de saldos de janeiro, as escolhas recaem no vestuário, cerca de 87%. Logo a seguir, temos os acessórios de moda com 23% e produtos culturais e de maquilhagem ambos com 10%.

No que toca ao local, a preferência para a aquisição destas compras incide essencialmente nas lojas dos centros comerciais (89%), seguidas do comércio tradicional (34%).

Quando questionados sobre a quantidade monetária que pretendem gastar, os inquiridos antecipam um investimento médio de 179 euros.

5% do inquiridos planeiam despender até 50 euros, 20% gastarão entre 51 euros e 100 euros. Cerca de 11% admite querer gastar entre 101 euros e 150 euros. 9% dos inquiridos está disposto a gastar entre 151 euros e 250 euros e 9% mais de 251 euros. 46% não sabem ou não responderam.

FONTE: Jornal Económico

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