Exportações travam e ditam abrandamento da Zona Euro

08 junho 2018

As exportações do conjunto da moeda única registaram uma queda de 0,4%, roubando pontos de crescimento ao PIB. Já o consumo das famílias puxou pela economia.

A Zona Euro cresceu 0,4% nos primeiros três meses de 2018, em comparação com os últimos três meses de 2017. O ritmo representa um abrandamento do conjunto da moeda única, que entre Outubro e Dezembro do ano passado tinha crescido 0,7%. A confirmação foi avançada esta quinta-feira pelo Eurostat, o organismo de estatísticas da Comissão Europeia.

Em termos homólogos, o crescimento foi de 2,5% no conjunto do euro. Este valor também fica abaixo dos 2,8% que tinham sido alcançados no trimestre anterior.

Quanto à totalidade da União Europeia, os números revelam uma tendência semelhante de abrandamento, com o crescimento do PIB a travar também de 0,7% para 0,4% em cadeia, e de 2,7% para 2,4% em termos homólogos.

Os dados do Eurostat permitem também confirmar que o crescimento de 0,4% do PIB da economia portuguesa no primeiro trimestre igualou o da média do conjunto do euro. Ainda assim, 15 países (de entre os 26 Estados-membros para os quais há dados) cresceram com um ritmo mais acelerado do que Portugal, enquanto oito registaram desempenho pior, destacando-se a Estónia, que registou uma contracção de 0,1%. Os restantes dois países, República Checa e Dinamarca, igualaram a marca portuguesa.

Consumo puxa pelo PIB, exportações penalizam
Segundo o Eurostat, o principal contributo para o crescimento do PIB da Zona Euro foi dado pelo consumo das famílias (somou 0,3 pontos percentuais ao crescimento do PIB). O investimento também contribuiu positivamente (com 0,1 pontos percentuais), bem como a variação de stocks, que ajudou com 0,2 pontos.

Já as exportações contribuíram negativamente, retirando 0,2 pontos ao crescimento, compensados por uma ajuda do lado das importações de 0,1 pontos. Isto aconteceu porque as exportações recuaram 0,4% em termos trimestrais (quando no final de 2017 tinham avançado 2,2%), mas as importações também caíram (0,1%).

FONTE: Jornal de Negócios

 

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