Lares portugueses gastaram mais 3,7% face ao ano anterior

24 maio 2018

Dados do Anuário Nielsen demonstram que, no ano 2017, os consumidores portugueses foram mais frequentemente às compras (mais 1,4% face ao ano anterior), representando uma média de 127 vezes por lar.

O gasto médio de cada lar foi de 2.682 euros, com um crescimento de 3,7% comparativamente ao ano de 2016.

Dentro dos mercados alimentares e de bebidas estudados pela Nielsen, destacam-se os congelados, que representam 658 milhões de euros, seguidos dos queijos (477 milhões de euros), vinhos e bebidas refrescantes (ambos com 410 milhões de euros), iogurtes (350 milhões de euros) e leite (263 milhões de euros). Especificamente no sector das bebidas, as cervejas são a categoria mais relevante (702 milhões de euros) nos restaurantes, snacks e cafés (canais INCIM).

Na área de higiene pessoal, evidenciam-se as categorias de papel higiénico (106 milhões de euros) e os champôs (84 milhões de euros). Na categoria de higiene do lar, destaca-se o mercado de detergentes de máquina para a roupa (169 milhões de euros), representando mais do triplo da segunda categoria mais valiosa, os amaciadores para a roupa (53 milhões de euros)[3].

No mercado alimentar, as refeições desidratadas foram a categoria mais dinâmica, registando um crescimento de 38%. Na categoria de bebidas, o mercado de águas foi um dos que mais cresceu, tanto no canal de retalho como nos canais INCIM (mais 11% em ambos).

Em higiene pessoal, o mercado de removedores de pelos foi o mais dinâmico (+41%), demonstrando que os consumidores portugueses estão cada vez mais preocupados com a sua aparência e com os cuidados do corpo. No que diz respeito à higiene do lar, os amaciadores para a roupa foram a categoria que mais cresceu (+11%), assim como os detergentes para a máquina de lavar loiça (+10%).

Francisco Ramos Carvalho, consultor da Nielsen, refere que “esta última edição do anuário reflete a importância de ‘drivers’ como a conveniência, que se reflete no crescimento de categorias como os congelados e refeições desidratadas. Não podemos esquecer também o facto dos portugueses estarem cada vez mais preocupados com o seu bem-estar, levando ao crescimento de alguns segmentos na área da alimentação saudável e da higiene pessoal. Saúde, bem-estar e conveniência deverão ser assim as grandes apostas de marcas e retalhistas para o sucesso”.

FONTE: Revista Grande Consumo

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