Comércio online está a matar os centros comerciais

12 janeiro 2018

"Quando os contratos de arrendamento expiram, simplesmente não são renovados", explicou o presidente da consultora imobiliária Green Street Advisors, Jim Sullivan, em entrevista à agência Bloomberg.

A ascensão do comércio online nos Estados Unidos está a abalar o setor, com os retalhistas a anunciarem consecutivamente o abandono de lojas físicas. A Europa não está imune ao fenómeno, mas tem sido nos EUA que se tem verificado em força, segundo aponta um relatório da empresa de pesquisa imobiliária Green Street Advisors.

“Quando os contratos de arrendamento expiram, simplesmente não são renovados”, explicou o presidente da consultora, Jim Sullivan, em entrevista à agência Bloomberg.

Das 2.468 lojas que fecharam em 2017, cerca de 979 não anunciaram sequer a decisão, segundo o relatório, que sublinha que em simultâneo ao fecho de lojas, os aluguer de espaços em centros comerciais para outros fins também está a cair.

O estudo foca-se na tendência de redução do tamanho das 25 principais empresas de retalho norte-americanas que cobrem os corredores dos centros comerciais do país, que são os que têm maior impacto nos lucros dos proprietários dos centros comerciais, em comparação com grandes empresas usadas como forma de atrair clientes.

“Embora as grandes lojas ocupem muito espaço, não geram muita receita para o centro comercial “, explicou Sullivan. “O dono do centro comercial recebe a maior parte do dinheiro dos inquilinos”, que estão a sair.

Acrescentou que mesmo retalhistas que não estão abertamente em problemas financeiros estão a avaliar as opções e a tomar decisões estratégicas sobre o fecho de lojas. Mais de dois terços dos centros comerciais dos EUA sofreram um declínio nos retalhistas nacionais, incluindo cadeias como Wet Seal, Bebe e Rue 21, que anunciaram o fecho conjunto de 427 lojas no ano passado, de acordo com os dados da Green Street.

FONTE: Jornal de Negócios

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