Importações voltam a crescer mais do que exportações em setembro

13 novembro 2017

As exportações de bens voltaram a crescer a um ritmo menos acentuado do que as importações no mês de setembro, levando o défice comercial a agravar-se para 1.181 milhões de euros. Isto depois de, em agosto, as exportações terem crescido, pela primeira vez neste ano, a um ritmo mais acelerado do que o das importações. Os dados foram revelados,  pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

As vendas de bens para o exterior aumentaram 5,8% em setembro, em relação ao mesmo mês do ano passado, totalizando 4,6 mil milhões de euros. A contribuir para esta evolução esteve apenas o comércio dentro da União Europeia (UE), já que as vendas para fora da UE caíram. Foram sobretudo as exportações de fornecimentos industriais e os combustíveis e lubrificantes que contribuíram para este resultado.

As importações, por seu lado, totalizaram 5,8 mil milhões de euros em setembro, um aumento homólogo de 8,1% que também fica a dever-se às compras feitas aos países da UE. Também nas importações, foi a categoria de fornecimentos industriais que mais contribuiu para o aumento.

Feitas as contas, o défice da balança comercial agravou-se em 180 milhões de euros em relação a setembro de 2016, totalizando 1.181 milhões de euros no final de setembro deste ano. Este valor representa, ainda assim, uma melhoria de 112 milhões em relação ao défice que tinha sido registado em agosto deste ano.

Espanha manteve-se como o principal parceiro comercial de Portugal, tanto para as exportações como para as importações, mas foi para a Alemanha que as vendas de Portugal mais aumentaram: as exportações para a Alemanha totalizaram 556 milhões de euros em setembro, mais 11,7% do que no mesmo mês do ano passado.

No conjunto do terceiro trimestre do ano, as exportações aumentaram 7,6%, enquanto as importações aceleraram 10,9%. Já no acumulado de janeiro a setembro, as exportações totalizam 40,9 mil milhões de euros, mais 10,7% do que em igual período do ano passado. As importações ascendem a 50,9 mil milhões de euros neste período, um aumento homólogo de 13,2%.

FONTE: ECO Economia Online

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