Taxa de subutilização do trabalho nunca foi tão baixa em Portugal

11 agosto 2022

Subutilização do trabalho está em mínimos históricos. Com menos trabalhadores disponíveis, economistas relacionam a falta de mão-de-obra com as competências e um desalinhamento geográfico.

A taxa de subutilização do trabalho recuou no segundo trimestre e atingiu o valor mais baixo desde o início da série, iniciada em 2011. Este indicador está relacionado com a queda do desemprego e mostra a margem do crescimento do emprego, que é agora mais reduzida, indica o economista João Cerejeira. Portugal aproxima-se de uma situação de pleno emprego, sendo que a falta de mão-de-obra reportada por alguns setores está relacionada com o tipo de competências e com a localização dos trabalhadores disponíveis.

A subutilização é um indicador que agrega a população desempregada, o subemprego de trabalhadores a tempo parcial, os inativos à procura de emprego, mas não disponíveis, e ainda os inativos disponíveis, mas que não procuram emprego. Abrangeu mais de 600 mil pessoas, sendo a taxa correspondente de 11,2%. “A subutilização do trabalho teve um decréscimo de 2,8% (17,5 mil) em relação ao trimestre anterior e de 8,2% (53,5 mil) relativamente ao trimestre homólogo”, contabiliza o INE. Tendência também verificada com a taxa.

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FONTE: ECO Economia Online

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