Confiança dos consumidores voltou a diminuir em julho

31 julho 2020

“Os indicadores de confiança recuperaram em todos os setores, com destaque para a Indústria Transformadora, que prolongou o maior aumento da série verificado no mês anterior”, revelou o INE.

O indicador de confiança dos consumidores voltou a diminuir em julho, após uma recuperação de dois meses em que se deu a maior redução no mês de abril, assinalou o Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quinta-feira, 30 de julho. Por sua vez, o indicador de clima económico aumentou entre maio e julho, após ter atingido o valor mínimo da série em abril.

De acordo com o gabinete estatístico, “os indicadores de confiança recuperaram em todos os setores, com destaque para a indústria transformadora, que prolongou o maior aumento da série verificado no mês anterior, depois de ter registado o mínimo da série em maio”.

“O aumento do indicador refletiu os contributos positivos de todas as componentes, apreciações relativas à evolução da procura global, perspetivas de produção da empresa e opiniões sobre os stocks de produtos acabados”, aponta o gabinete. Nos últimos dois meses, o indicador “aumentou expressivamente no agrupamento de ‘Bens Intermédios’, após ter atingido o mínimo da série em maio”, sendo que nos agrupamentos de ‘Bens de Consumo’ e ‘Bens de Investimento’, apresentou uma recuperação entre maio e julho.

No setor da construção e das obras públicas, os indicadores recuperaram parcialmente entre maio e julho, depois de registar no mês de abril, “a diminuição mais acentuada da série, tendo atingido o mínimo desde novembro de 2015”. A recuperação dos últimos dois meses refletiu o significativo contributo positivo de ambas as componentes, apreciações sobre a carteira de encomendas e perspetivas de emprego.

“O indicador de confiança do comércio aumentou em maio e julho, após ter diminuído de forma expressiva em abril, quando atingiu o mínimo da série”, afirma o INE. “Esta evolução refletiu o expressivo contributo positivo das opiniões sobre o volume de vendas, suspendendo o forte agravamento verificado a partir de abril que originou em junho um novo mínimo da série”, indica o gabinete.

Por sua vez, o indicador de confiança dos serviços aumentou em junho e julho, após ter diminuído entre fevereiro e maio, depois de ter registado em abril “uma queda abrupta e atingido em maio o mínimo histórico da série”. Nestes meses, o indicador aumentou em todas as secções, destacando-se as secções de ‘transportes e armazenagem’ e de ‘atividades administrativas e dos serviços de apoio’, que registaram os maiores aumentos em julho.

FONTE: Jornal Económico

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