Taxa de desemprego na zona euro sobe ligeiramente em junho

31 julho 2020

Dados do Eurostat mostram pequenas subidas do desemprego relativamente ao mês de maio, bem como do desemprego jovem. Espanha continua a registar as taxas mais elevadas. A taxa de desemprego em Portugal ficou 0,8 pontos abaixo da média da zona euro.

A taxa de desemprego na zona euro atingiu, em junho, 7,8%. Este valor representa uma subida de 0,1pp relativamente ao mês anterior, maio, quando a taxa de desemprego no grupo dos países da moeda única ficou nos 7,7%. Os dados são ajustados à sazonalidade e foram hoje publicados pelo Eurostat.

Estendendo a análise à União Europeia, o desemprego verificado foi de 7,1% em junho, mais 0,1pp do que em maio. Assim, verificam-se 15,023 milhões de desempregados na UE, dos quais 12,685 milhões na zona euro.

Espanha é o país onde se verifica uma taxa de desemprego mais elevada, chegando aos 15,6%. Também na Letónia se verifica uma taxa de dois dígitos, com 10,1%. Chipre (9,8%), Lituânia (9,4%) e Suécia (9,3%) fecham o top-5. Do lado oposto, a República Checa (2,6%) e a Polónia (3%) registam as taxas mais baixas de desemprego na UE. Em Portugal, o valor ficou pelos 7%

O desemprego jovem, ou seja, em indivíduos abaixo dos 25 anos, atingiu os 16,8% na UE e 17% na zona euro, acima dos 16,2% e 16,5% verificados, respetivamente, em maio. Espanha volta a liderar no desemprego jovem, com 40,6% dos jovens desempregados. Seguem-se Suécia (28,7%) e Itália (27,6%). Apenas na Alemanha (5,6%), Rep. Checa (8,2%) e Polónia (9,5%) este indicador fica abaixo dos 10%. O desemprego jovem em Portugal atinge os 25,6%.

Os dados por género mostram uma taxa de desemprego entre as mulheres de 7,5%, face aos 7,3% de maio, e de 6,7% para os homens, mais 0,1pp do que no mês anterior, isto para a UE. Na zona euro, estes valores passam para 8,3% para as mulheres e 7,4% nos homens, subidas em relação aos 8,1% e aos 7,3%, respetivamente, verificados em junho. Em Portugal, a taxa de desemprego é de 7,2% para as mulheres e 6,8% para os homens.

O Eurostat alerta ainda para o impacto das medidas de confinamento nestas estatísticas, que tornaram muitas situações de desemprego em inatividade, a partir do momento em que o trabalhador deixa de procurar ativamente por trabalho, como, por exemplo, indivíduos que tenham de ficar em casa a cuidar dos filhos. Assim, o órgão estatístico da UE refere outros indicadores para uma mais completa análise do impacto da Covid-19 no emprego, como a taxa de subutilização ou os números de postos de trabalho.

FONTE: Jornal Económico

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