Inflação em 2019 caiu para 0,3%

13 janeiro 2020

A inflação em dezembro do ano passado subiu ligeiramente para 0,4%, em termos homólogos. Apesar da subida de 0,1 pontos percentuais face a novembro, Portugal continua a registar a taxa de inflação mais baixa da zona euro.

A inflação no ano passado caiu para 0,3%, em termos homólogos, abaixo dos 1% registados em 2018, segundo os dados divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística. A explicar esta evolução esteve essencialmente a inflação subjacente e a evolução negativa dos preços dos produtos energéticos.

Segundo o organismo de estatística, a inflação subjacente registou uma variação média de 0,5% em 2019, que compara com os 0,7% de 2018, enquanto os preços dos produtos energéticos caíram 1,8%, face aos 4,7% de 2018.

“Os preços dos produtos alimentares não transformados aumentaram 0,9% em 2019, acima do observado no ano anterior (0,6%)”, indica o relatório do INE. “Em 2019, e tal como verificado em anos anteriores, observou-se um crescimento médio anual mais elevado dos preços dos serviços que o observado para os preços dos bens”, identifica, apontando que os preços dos serviços aumentaram 1,2% enquanto a taxa de variação média dos preços dos bens foi -0,3% .

O INE explica ainda que “ao nível das classes de despesa, destacam-se os contributos positivos para a variação média anual em 2019 dos transportes” e dos bens e serviços diversos. “Relativamente às contribuições negativas, destacam-se as do vestuário e calçado e das comunicações, mantendo-se a primeira como a classe com maior contributo negativo para a média anual”.

Inflação em dezembro foi a mais baixa da zona euro

A inflação em dezembro do ano passado subiu ligeiramente para 0,4%, em termos homólogos, segundo os dados divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Apesar da subida de 0,1 pontos percentuais face a novembro, Portugal continua a registar a taxa de inflação mais baixa da zona euro.

Os dados divulgados pelo INE confirmam a primeira estimativa rápida, publicada no início de janeiro, que revelaram uma subida face aos 0,32% registados em novembro.

Esta evolução resultou sobretudo do contributo dos produtos alimentares não transformados, que subiram 1,2%, enquanto os produtos energéticos apresentaram uma taxa de variação homóloga nula.

“Por classes de despesa e face ao mês precedente, são de destacar os aumentos das taxas de variação homóloga da classe dos transportes e dos restaurantes e hotéis com variações de 1,8% e 1,9%, respetivamente (0,8% e 1,6% no mês anterior). Em sentido oposto, assinalam-se as diminuições da taxa de variação homóloga das classes das bebidas alcoólicas e tabaco e do vestuário e calçado, com 0,9% e -2,0%, respetivamente (2,1% e -1,6% em novembro)”, refere.

FONTE: Jornal de Negócios

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