Custo do trabalho aumenta 0,9%

13 agosto 2019

O custo do trabalho aumentou 0,9% no segundo trimestre do ano, menos que no primeiro, devido às progressões na Função Pública. Custo do trabalho caiu no setor privado.

O custo do trabalho aumentou 0,9% no segundo trimestre do ano, indicou esta terça-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE). Este aumento deve-se à subida dos custos nas atividades da economia maioritariamente associadas ao setor público e resulta do pagamento faseado do descongelamento das carreiras da Função Pública. Os setores que globalmente abrangem o setor privado viram os custos diminuir.

De acordo com o INE, o custo do trabalho nas atividades económicas ligadas ao setor público aumentou 3,4% face ao segundo trimestre do ano passado, devido a um aumento de 3,9% dos custos salariais e de 2,2% dos outros custos (que inclui a contribuição do empregador para a Segurança Social). O custo médio por trabalhador aumentou 4%, um aumento associado ao pagamento faseado do descongelamento de carreiras iniciado em 2018.

O número de horas trabalhadas também aumentou, mas apenas 0,5%, não permitindo assim equilibrar o custo do trabalho nestes meses.

Já nas atividades económicas que representam globalmente o setor privado — Indústria, Construção e Serviços — o custo do trabalho diminuiu 1,5% face ao mesmo trimestre de 2018.

Esta diminuição é explicada por um perfil inverso ao verificado nas atividades ligadas ao setor público. No privado, os custos salariais diminuíram em média 1,6% e os outros custos 1%. No segundo trimestre, o custo médio por trabalhador nestes setores aumentou 3,2%, mas como o número de horas trabalhadas cresceu substancialmente mais, 4,8%, o custo do trabalho para as empresas privadas acabou por diminuir.

Nestes setores de atividade ligados ao setor privado os custos salariais e outros custos têm apresentado uma diminuição desde o início deste ano, com maior expressão no caso da Indústria, onde os custos salariais caíram 5,1% no segundo trimestre, e os outros custos caíram 4,8%. Os custos salariais e outros custos também caíram, mas menos que no primeiro trimestre do ano, enquanto no setor dos serviços se mantiveram praticamente inalterados.

Os dados divulgados pelo INE pretendem medir o custo para o empregador por hora efetivamente trabalhada. Para isso, divide o custo médio por trabalhador — que incluem os custos salariais como o salário, prémios, subsídios e trabalho extraordinário, entre outros; e também outros custos como o pagamento da TSU pelo empregador — pelo número de horas efetivamente trabalhadas.

FONTE: ECO Economia Online

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