Portugal foi dos que mais cortou na carga fiscal sobre o trabalho

15 abril 2019

Portugal foi dos países da OCDE mais cortou a carga fiscal sobre o trabalho. Em 2018, o peso dos impostos sobre o custo do trabalho caiu 0,69%. Mas os impostos continuam a representar mais de 40% do custo do trabalho

De acordo com os números da OCDE, a carga fiscal sobre o trabalho em Portugal reduziu-se 0,69% entre 2017 e 2018, devido a reduções no Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares (IRS).

Assim, a carga fiscal (que a OCDE define como o peso dos impostos sobre o rendimento e as contribuições sociais pagas por trabalhadores e empregadores) representa 40,7% do total dos custos do trabalho.

Desse conjunto, 12,6% dizem respeito ao IRS, 8,9% às contribuições sociais pagas pelo trabalhador e 19,2% às pagas pelas empresas.

Portugal está entre os dez países que reduziram os encargos fiscais sobre o trabalho, ficando atrás apenas do México, da Hungria, dos Estados Unidos, da Estónia e da Bélgica. Mas a grande maioria dos países da OCDE aumentaram o peso dos impostos sobre o trabalho no último ano.

Em 2016 a carga fiscal sobre o trabalho também tinha descido em relação ao ano anterior, de 41,6%.

No entanto, e segundo a OCDE, a carga fiscal sobre o trabalho aumentou 3,4 pontos percentuais, de 37,7% para 40,7% entre 2000 e 2018.

Ao mesmo tempo, a carga fiscal continua acima dos níveis anteriores ao grande aumento de impostos de Vítor Gaspar. Em 2012, a carga fiscal sobre o trabalho era de 37,6%.

FONTE: Jornal de Negócios

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