Inflação em Portugal acelerou para 1% em maio

13 junho 2018

"A aceleração do IPC reflete a dissipação do efeito de base associado ao calendário da Páscoa em 2017, tal como referido no destaque do mês anterior, e também a evolução recente dos preços dos combustíveis", referiu o INE, em comunicado.

O Índice de Preços no Consumidor (IPC) teve uma variação homóloga de 1% em maio, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), um valor que representa uma aceleração face aos 0,4% do mês anterior.

Em termos mensais, a variação foi de 0,4%, o que compara com 0,7% em abril. Os dados confirmam, desta forma, a estimativa rápida que o INE divulgou no final de maio.

“A aceleração do IPC reflete a dissipação do efeito de base associado ao calendário da Páscoa em 2017, tal como referido no destaque do mês anterior, e também a evolução recente dos preços dos combustíveis”, referiu o INE, em comunicado.

Adiantou que o indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 0,6%, valor superior em 0,4 pontos percentuais ao registado em abril.

Em relação à variação homóloga, o INE explicou que por classes de despesa e face ao mês precedente são de destacar os aumentos das taxas de variação homóloga das classes dos Transportes e dos Restaurantes e hotéis com 3,8% e 2,9%, respetivamente (0,8% e 0,1% no mês anterior).

“Em sentido oposto, assinala-se a diminuição da taxa de variação homóloga da classe dos Bens e Serviços diversos e dos Acessórios, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação com 0,3% e -0,8%, respetivamente (1,0% e -0,4% no mês anterior).

Adiantou que “a classe com maior contributo positivo para a taxa de variação mensal foi a dos Restaurantes e hotéis, com uma variação mensal de 2,9% (1,9 no mês anterior e 0,1% em maio de 2017)”.

A classe com maior contributo negativo para a taxa de variação mensal do índice total foi a dos Acessórios, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação, com uma variação mensal de -0,4% (-0,3% no mês anterior e 0,1% em maio de 2017), concluiu.

FONTE: Jornal Económico

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