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Associação - Apresentação

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A ANIL – Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios, tem por fim a representação legal, defesa, gestão, promoção e estudo dos interesses sócio-económicos do sector transformador do leite e lacticínios em Portugal.

A ANIL resulta da evolução do então denominado Grémio Nacional dos Industriais de Lacticínios, constituído em 1957, na sequência da aprovação do Alvará de 30 de Novembro de 1956, do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência, entidade então integrada no Ministério das Corporações e Previdência Social.

Por via das transformações políticas ocorridas em Portugal nos quentes anos de 1974 e 1975 e por força das alterações legislativas então introduzidas, o Grémio adoptou a designação de Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios e a configuração que ainda hoje, em traços gerais, mantém.

A Associação congrega no seu seio empresas que produzem todos os tipos de produtos lácteos, empresas extremamente heterogéneas no que se refere à respectiva dimensão, à forma societária que adoptam, ao tipo de produtos que laboram, ao número de referências que fabricam ou aos canais de distribuição que utilizam para a comercialização dos seus produtos.

Os objectivos da ANIL centram-se na defesa dos interesses e representação do sector, no acompanhamento das matérias legislativas, normativas, ambientais, económicas e técnicas que contribuam para o desenvolvimento da indústria láctea em Portugal. Cabe-lhe, ainda, zelar pela manutenção de um clima de sã concorrência e de bom relacionamento no interior do sector, desenvolvendo código de ética e adoptando acções que visem uma conduta leal no mercado.

A ANIL tem vindo, paulatinamente, a converter-se num prestador de serviços qualificado e especializado em diferentes áreas – técnicas, regulamentares, ambientais, económicas, fiscais, laborais, ... – desenvolvendo um relacionamento com as empresas associadas e outros interlocutores, que aqui encontram um parceiro e uma mais-valia na abordagem das questões com que se debatem.

A ANIL no seio da hierarquia associativa encontra-se filiada na Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (FIPA) e na Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), enquanto a nível sectorial integra o Comité Nacional do Leite e a Associação para o Laboratório Interprofissional do sector do Leite e Lacticínios (ALIP). É ainda accionista fundadora da Embopar, a sociedade gestora de participações sociais que agrega os interesses dos sectores embaladores no seio da Sociedade Ponto Verde. No campo internacional, está directamente filiada na European Dairy Association (EDA), enquanto por via indirecta segue os trabalhos da International Dairy Federation (FIL/IDF) e da Confedération des Industries Agro-Alimentaires de l’EU (CIAA).

Caso pretenda conhecer mais a fundo a história da Associação, consulte a sua RESENHA HISTÓRICA. Interessante pode ser igualmente conhecer todas as EMPRESAS, muitas já desaparecidas, que nos acompanharam nestes últimos 35 anos de actividade.


 

 

Informação ANIL


Ano XII
N.º 01
Jan. 2012


  • Da Contestação à Solução??...
    Denunciada prática de venda com prejuízo pela grande distribuição
    Vendas com prejuízo no centro da polémica
    Comunicado da ASAE: “Venda de leite a preço inferior a preço de compra”
    Política da distribuição condiciona fileira
    Marcas da indústria impulsionam o consumo
    Bens de Grande Consumo caem 1,2 por cento
    Acordo de Concertação Social (excerto)
    Seis alterações mais significativas na lei laboral
    Governo quer Observatório permanente de preços praticados e margens de negócio
    Troika exige fim do monopólio da distribuição
    Parlamento Europeu aprova Resolução sobre desequilíbrios na Cadeia Alimenta
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Documentos de Referência

Os mais recentes documentos e a análise da evolução do sector:
> Lebensministerium: Production and commercialization of organic milk in Europe
> Banco de Portugal: Análise Sectorial das Indústrias Alimentares
> Eurostat:  Agriculture and fishery statistics (2009/10)
> CNC: Informe Relaciones entre Fabricantes y Distribuidores
> TCE: Relatório sobre o programa do Leite Escolar
> KPMG: Proposta de Lei do OE' 2012
> CE: Propostas legislativas para a PAC pós-2013 
Aceda aos conteúdos, clicando aqui

Sabia que..!

Quem é que deve comer queijo? Pelas suas características nutritivas, o queijo é um alimento imprescindível ao longo da vida. Sabendo que cada idade exige diferentes necessidades alimentares, é essencial saber corresponder adequadamente a estas mudanças. Nas crianças, é essencial para a boa formação dos ossos e dos dentes. Para os adolescentes, é importante no desenvolvimento do seu esqueleto ósseo. Os adultos, para compensar as perdas de cálcio, devem ingerir queijo e fazer exercício físico, para que ele se possa fixar na matriz óssea. O queijo é também essencial para grávidas, vegetarianos e na menopausa. Resumindo, todos devem comer queijos!
(in As Receitas da Cabra)

Recomendamos!

No seguimento do debate a nível comunitário e nacional sobre o futuro da PAC, iniciou-se um novo ciclo com a apresentação formal pela Comissão Europeia do conjunto das propostas legislativas para a PAC pós 2013. A PAC renovada deve continuar a ser uma política comunitária forte, abrangente, baseada em regras comuns e dotada de meios suficientes para promover o desenvolvimento sustentável da agricultura e dos territórios rurais em toda a União Europeia.
Pode seguir todo o dossier sobre o futuro da PAC aqui.

Dados de Mercado

A mais recente informação, de diversas fontes, sobre a conjuntura sectorial e sobre a evolução dos mercados lácteos:
> Boletim da Agricultura (INE)
> Preços do Leite à Produção (GPP)
> Newsletter Leite e Lacticínios (SIMA)
> Entregas de Leite - Açores (SREA)
> Quotas - informação mensal (IFAP)
> Milk Market Situation (DGAGRI)
> International Milk Price (LTO)
> EU Farmgate Milk Price (DAIRYCO)
> Dairy Market Outlook (USDEC)
> Dairy Market Monitor (FAO)
> Tableau de Bord (ONILAIT)
> Auctions (GLOBAL DAIRY TRADE)
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